Recuperação de Dados após Ransomware: Servidores, VMs, NAS e Backups Criptografados

Recuperação de Dados • Ransomware
Dados criptografados por ransomware? Isole o ambiente, preserve a melhor cópia e recupere servidores, VMs, NAS e bancos sem formatar por tentativa.

A recuperação após ransomware não começa pela promessa de uma chave. Ela começa por contenção, preservação, identificação da variante e escolha do caminho técnico: backup limpo, decryptor público, snapshots, dados originais ainda recuperáveis ou reconstrução de arquivos parcialmente cifrados.

Servidores / VMsNAS / StorageSQL / OracleBackup / SnapshotsRAID Low LevelRemoto Brasil
Caio Bruno F. Garcia em ambiente técnico da SECURITY para recuperação de dados após ransomware
Caio Bruno F. Garcia • Recuperação de Dados, RAID Low Level e WinHex | SECURITY
Desde 2005experiência técnica
+170.000 projetosdado institucional SECURITY
PC-3000quando há falha física
Sala limpa ISO-5quando HDD exige intervenção
RAID Low Levelquando VMs/NAS dependem de array
Remoto Brasil*casos lógicos compatíveis
01Resposta direta

O que é ransomware?

Ransomware é malware de extorsão que pode criptografar dados, bloquear sistemas e, em muitos ataques, exfiltrar informações antes da cifragem. A recuperação depende da variante, do storage, de backups e snapshots, de como os arquivos foram criptografados e do que aconteceu depois do ataque. Pagar não garante a devolução dos dados; o FBI desaconselha o pagamento.

Para a SECURITY, a intenção desta página é recuperação de dados. Análise forense, resposta ao incidente e descriptografia são meios de chegar aos dados, não promessas de quebrar criptografia moderna sem chave.

Orientação técnica SECURITYO ataque aconteceu agora e você ainda não sabe o que preservar?Isole a rede e não formate, recrie pools ou sobrescreva backups antes da triagem.
Incidente ativoPrimeiro contenha. Depois recupere.Proteja os sistemas ainda não atingidos, separe backups limpos e preserve evidências. A recuperação fica mais previsível quando o ambiente para de mudar.
IsolamentoPreservaçãoTodo o Brasil
Iniciar triagem remotaConhecer a SECURITYWhatsApp técnico • (11) 98570-8000
03Protocolo de emergência

10 ações nas primeiras horas de um ataque de ransomware

Fluxo de recuperaçãoConter → preservar → recuperar
1. Isolarrede, shares, backups
2. Preservarlogs, amostras, imagens
3. Identificarvariante e escopo
4. Escolher caminhobackup, decryptor, recovery
5. Recuperarem ambiente limpo
6. Validardados e aplicações
Isole os sistemas afetados da rede.Desconecte shares e impeça que a criptografia alcance outros hosts e backups.
Proteja backups ainda limpos.Coloque cópias offline/isoladas fora do alcance do atacante.
Preserve a ransom note e arquivos de amostra.Não precisa compartilhar dados sensíveis com ferramentas públicas sem avaliação.
Registre o estado atual.Hosts afetados, horários, extensões, serviços parados, EDR alerts, logs e storage.
Decida power state com contexto.Não existe regra universal de sempre desligar ou sempre manter ligado. Propagação ativa, memória volátil, TRIM/UNMAP e novas escritas precisam ser ponderados.
Não formate ou recrie volumes.Evite New Datastore, novo pool, novo LUN ou reinstalação sobre a origem.
Identifique a variante.Use outro dispositivo limpo, verifique ransom note, extensão e indicadores.
Cheque decryptors públicos.No More Ransom mantém ferramentas para famílias compatíveis.
Escolha o melhor recovery point.Backup limpo, snapshot sobrevivente, original deletado, partial encryption ou reconstrução estrutural.
Restaure em ambiente limpo.Não volte diretamente para a infraestrutura comprometida sem fechar o vetor de entrada e validar os dados.
Correção importante do benchmark: a página de referência alterna entre "desligue imediatamente" e "mantenha ligado para preservar RAM". A orientação mais correta é contextual. CISA prioriza isolamento e admite power-off de dispositivos afetados em certos cenários; equipes forenses também podem precisar preservar memória volátil. Não aplique uma regra única a todos os incidentes.
Orientação técnica SECURITYVocê precisa decidir agora entre manter ligado, desligar ou clonar?Descreva o storage, a atividade atual e se a criptografia ainda está se propagando.
04Estratégia

Quatro caminhos técnicos para recuperar dados sem depender primeiro do pagamento

1. Backup limpo

É a rota preferencial quando existe recovery point confiável anterior ao comprometimento. Restore deve ocorrer em ambiente limpo e testado.

2. Decryptor público

Algumas famílias/versões possuem ferramentas gratuitas publicadas por pesquisadores e pelo No More Ransom.

3. Dados originais / versões

Arquivos deletados, snapshots, Shadow Copies, object versions ou blocos ainda não sobrescritos podem ser fontes de recovery.

4. Criptografia parcial

Algumas famílias cifram apenas partes de arquivos grandes. Regiões intactas podem permitir extração parcial ou reconstrução estrutural, dependendo do formato.

Nenhum desses caminhos é garantido. Em criptografia forte sem chave, sem backup, sem versões e sem regiões aproveitáveis, os dados podem ser irrecuperáveis.

Orientação técnica SECURITYQuer saber qual caminho existe no seu incidente?Envie a variante provável, tipos de arquivos, storage e quais backups/snapshots sobreviveram.
Não pague como primeira etapa técnicaO FBI não apoia o pagamento de resgatePagar não garante recuperação, pode financiar novos ataques e não resolve o vetor de entrada. Primeiro verifique caminhos técnicos e jurídicos.
Backup / decryptorDados originaisAnálise de viabilidade
Avaliar recuperação técnicaConhecer a SECURITYWhatsApp técnico • (11) 98570-8000
05Variante e decryptors

Identificar a família é útil, mas a versão específica é o que determina a chance de descriptografia

O No More Ransom mantém uma biblioteca de decryption tools para famílias compatíveis. Isso não significa que toda amostra de uma família pode ser descriptografada: mudanças de versão, key handling e implementation bugs alteram a viabilidade.

No More Ransom

Primeira fonte pública recomendada para procurar decryptor compatível.

Ransom note

Nome, extensão, contact details e victim ID ajudam na identificação.

Arquivo de amostra

Compare cópia criptografada e, se houver, versão original conhecida em ambiente controlado.

Malware sample

Quando disponível, análise segura pode identificar algoritmo e comportamento. Não execute amostras em produção.

O No More Ransom orienta remover o malware antes de executar a solução de decryption. Em recuperação crítica, preserve a mídia e rode ferramentas sobre cópias sempre que possível.

Orientação técnica SECURITYVocê já sabe a extensão ou família do ransomware?Informe ransom note, extensão e um arquivo de amostra não sensível, se disponível.
06Backups e snapshots

Backup limpo, imutável e testado é a fonte de recuperação mais previsível

CISA recomenda backups offline e testes regulares de restauração. Microsoft recomenda cópias imutáveis e independentes, além de restore drills, porque sucesso do backup não prova que o restore funciona.

Offline / off-site

Fora do alcance das credenciais e do storage de produção.

Imutável

Proteção contra exclusão e alteração pelo atacante.

Restore testado

Recovery point precisa ser validado antes de confiar nele para retorno à produção.

Clean environment

Restaure em infraestrutura limpa para reduzir risco de reinfecção.

Snapshots ajudam, mas não substituem backup. Se estão no mesmo storage/credenciais, podem ser apagados no mesmo incidente.
Orientação técnica SECURITYSeus backups também foram criptografados ou não restauram?Compare backups, snapshots, replicas e originais antes de sobrescrever a produção.
07Criptografia parcial

Arquivos grandes podem ter regiões intactas, mas isso não significa recuperação garantida

CISA documenta Play ransomware usando criptografia intermitente. A Microsoft documenta ransomware em 2026 com modos que cifram apenas percentuais distribuídos de arquivos grandes. Essa estratégia acelera o ataque a VMDKs, bancos e archives.

VM disk

VMDK/VHDX pode manter grandes regiões não cifradas, mas estruturas críticas podem ter sido atingidas.

Database

Páginas ou data regions podem sobreviver, porém consistency precisa ser validada no engine.

Archive

ZIP/7z e outros containers podem depender de headers/central directory e reagir de forma diferente.

Media / files

Alguns formatos toleram danos locais melhor que outros.

A SECURITY evita percentuais universais de recuperação porque a cobertura de cifragem, o offset e o formato do arquivo mudam entre famílias e incidentes.

Orientação técnica SECURITYArquivos grandes estão corrompidos, mas alguns blocos parecem intactos?Preserve as versões criptografadas e evite ferramentas que reescrevem o arquivo original.
08Servidores e virtualização

Servidores atacados concentram várias camadas de recuperação no mesmo incidente

Windows Server

NTFS/ReFS, VSS, SQL, file shares, Active Directory e backups podem ser atingidos.

VMware ESXi

VMDK, VMX, snapshots e VMFS podem ser criptografados ou ficar inacessíveis.

Hyper-V

VHDX/AVHDX, CSV, ReFS/NTFS e checkpoints entram na análise.

Proxmox

QCOW2, ZFS, LVM-thin, Ceph e backups podem ser afetados.

Storage/SAN

Pool, LUN, snapshots, UNMAP e RAID podem influenciar o recovery.

Banco de dados

MDF/NDF/LDF, DBF, IBD, WAL/binlogs e dumps precisam de validação específica.

Orientação técnica SECURITYSeu ambiente tem várias VMs e bancos offline ao mesmo tempo?Liste hipervisor, storage, RAID, VMs, databases e backups para priorizar a recuperação.
09VMware ESXi

Ransomware em VMware: VMFS, VMDK, snapshots e storage subjacente

Algumas famílias atacam diretamente ESXi e desligam VMs antes de cifrar VMDKs. CISA documenta Play ransomware mirando extensões VMware e usando criptografia intermitente.

VMDK parcial

Grandes virtual disks podem conter regiões não cifradas, dependendo da variante.

VMFS

Não crie um novo datastore sobre a mesma LUN quando os dados precisam ser recuperados.

Snapshots

Deltas que sobreviveram podem conter estados úteis, mas dependem da chain.

RAID/SAN

Se o storage também falhou, a camada física vem antes do VMDK.

Orientação técnica SECURITYVMDKs foram criptografados ou o datastore ficou Inaccessible?Preserve LUN, VMDKs, VMX, logs e snapshot chain antes de formatar ou consolidar.
10Hyper-V

VHDX/AVHDX criptografados exigem preservar a cadeia antes de merge ou repair

Em Hyper-V, o ransomware pode atingir VHDX, AVHDX, CSV, backup shares e o filesystem do host. A recuperação precisa separar disk image, checkpoint chain e storage.

VHDX

Estruturas internas e regiões de dados podem ter cobertura de cifragem diferente.

AVHDX

Checkpoints podem conter alterações não presentes no base VHDX.

CSV

ReFS/NTFS e storage abaixo do CSV podem ser fontes adicionais de problema ou recovery.

Backup/Replica

Uma cópia secundária limpa pode ser mais segura que repair direto na origem.

Orientação técnica SECURITYHyper-V ficou Critical ou os VHDXs não abrem?Preserve VHDX/AVHDX e o volume antes de merge, CHKDSK ou restore.
11Proxmox

Proxmox atacado: o backend real define o caminho de recuperação

QCOW2 é apenas uma possibilidade. Proxmox pode usar ZFS, LVM-thin, Ceph RBD, NFS ou storage externo. Não recrie pool, thin volume ou cluster antes de preservar o backend.

ZFS

Snapshots e zvols podem conter pontos não afetados se sobreviveram ao ataque.

LVM-thin

Thin metadata e volumes precisam ser preservados antes de repair.

Ceph

RBD snapshots/trash e object states podem oferecer caminhos conforme o incidente.

QCOW2

Backing chains e imagem base precisam ser preservadas.

Orientação técnica SECURITYProxmox perdeu várias VMs depois do ataque?Informe ZFS/LVM/Ceph/QCOW2, snapshots, backups e estado atual do cluster.
Servidores e VMs críticosRecupere a camada certa antes de tentar subir a aplicaçãoEm virtualização, o dado pode depender de RAID, LUN, datastore, disk image, snapshot e filesystem interno. Trabalhar de baixo para cima reduz erros.
RAID / storageVM / snapshotBanco / arquivos
Analisar meu ambienteConhecer a SECURITYWhatsApp técnico • (11) 98570-8000
12NAS

QNAP, Synology e Asustor: RAID/pool, filesystem, snapshots e originais deletados

Famílias como Qlocker, DeadBolt e eCh0raix ficaram historicamente associadas a ataques em NAS. O caminho de recovery depende de RAID/SHR/ZFS, EXT4/Btrfs, snapshots, versões e do que aconteceu com os arquivos originais.

QNAP

Qlocker/DeadBolt são exemplos históricos. Não assuma que toda variante atual possui o mesmo caminho de recovery.

Synology

SHR/Btrfs snapshots e eCh0raix aparecem em históricos de incidentes.

Asustor

Volumes, snapshots e backups precisam ser avaliados conforme modelo e filesystem.

TRIM / UNMAP

SSD/thin pools podem reduzir a janela para originais deletados.

Orientação técnica SECURITYNAS foi criptografado e os compartilhamentos sumiram?Preserve discos, ordem, serial, pool e snapshots antes de inicializar ou recriar volume.
13Storage SAN / LUN

LUN deletada, snapshot removido ou pool corrompido após ataque

Storage corporativo adiciona mais uma camada entre RAID e os dados. O ransomware ou o atacante pode remover snapshots, apagar LUNs ou atingir o host que monta o volume.

Pool

Metadata de alocação e RAID/storage layout precisam ser preservados.

LUN

Excluir/recriar LUN pode substituir metadata; não faça isso por tentativa.

Snapshot

Snapshots de storage sobreviventes podem ser fontes valiosas.

UNMAP

Thin storage pode liberar blocos e reduzir a possibilidade de recuperar dados deletados.

Orientação técnica SECURITYA LUN sumiu ou foi recriada depois do ataque?Interrompa novas alocações e preserve pool/LUN state antes de outro provisionamento.
14Bancos de dados

SQL Server, Oracle, MySQL e PostgreSQL precisam de validação além do arquivo

Algumas famílias usam partial encryption em arquivos grandes, o que pode deixar regiões de dados intactas. Porém, recuperar bytes não garante consistency do banco.

EngineArquivos comunsRecoveryValidação
SQL ServerMDF/NDF/LDF/BAKpáginas/regiões intactas, backupDBCC/engine em cópia
OracleDBF, control files, redodatafiles/backups/redoOracle em ambiente isolado
MySQLIBD/ibdata/binlogtablespaces/logs/backupsengine e schema
PostgreSQLdata directory/WALbase backup/WAL/filescluster de teste
Não fazemos promessa universal de "reconstruir banco sem chave". A viabilidade depende do padrão de cifragem, headers, allocation maps, logs e páginas que sobreviveram.
Orientação técnica SECURITYMDF, DBF, IBD ou backup foi criptografado?Preserve datafiles e logs. A validação precisa acontecer em ambiente de teste.
15PC, HD e SSD

Recuperar originais deletados depende do comportamento real do storage

HD mecânico

Blocos deletados podem permanecer até serem sobrescritos por novas gravações.

SSD

TRIM e garbage collection podem reduzir a disponibilidade de blocos liberados.

Filesystem

NTFS, ReFS, EXT, APFS e outros têm comportamentos diferentes após delete.

Uso posterior

Continuar gravando no mesmo volume pode sobrescrever justamente os dados que seriam recuperáveis.

Não é correto afirmar que todo ransomware necessariamente cria um arquivo novo e deleta o original. A técnica de cifragem varia por família. O diagnóstico precisa verificar o que realmente aconteceu.

Orientação técnica SECURITYArquivos foram renomeados e o computador ainda está em uso?Reduza novas escritas e preserve o dispositivo antes de limpeza ou reinstalação.
16RAID abaixo dos dados

Ransomware não substitui o problema físico: RAID ainda precisa estar coerente

RAID sob servidores, NAS e VMsMirror, P e P+Q

RAID 1 / 10

Mirror, sem paridade

RAID 5

Paridade P

RAID 6

Paridade P + Q

NAS / Storage

Pool/LUN antes dos dados

Se o ataque ocorre num ambiente que já possuía discos degradados, rebuild interrompido ou storage com falha, a recuperação de ransomware pode exigir primeiro reconstrução do array. Caio Bruno F. Garcia é associado a RAID Low Level e análise com WinHex em casos de extrema complexidade.

Orientação técnica SECURITYAlém do ransomware, seu RAID está degradado ou perdeu discos?Preserve ordem, seriais, controladora e estado de cada mídia antes de rebuild.
17LGPD e ANPD

Ransomware pode ser incidente de segurança mesmo sem vazamento confirmado

A ANPD define incidente de segurança como evento adverso confirmado que compromete confidencialidade, integridade, disponibilidade ou autenticidade de dados pessoais. Ransomware é citado como exemplo.

Disponibilidade

Indisponibilidade prolongada de sistemas com dados pessoais pode causar risco relevante.

Exfiltração

Se houve cópia/publicação, também existe impacto de confidencialidade.

Comunicação

Controladores sujeitos à LGPD devem avaliar se o incidente confirmado envolve dados pessoais e pode gerar risco ou dano relevante.

Documentação

Preservar logs, timeline e medidas adotadas ajuda a demonstrar resposta e mitigação.

Esta página não substitui orientação jurídica. A decisão sobre comunicação à ANPD e titulares deve considerar as regras vigentes, o papel do controlador e a avaliação de risco do incidente.
Orientação técnica SECURITYO incidente envolve dados pessoais ou clientes?Preserve logs e timeline técnica para apoiar a avaliação do incidente e a recuperação.
Recuperação remota de ransomwareAtendimento técnico para todo o BrasilQuando o storage está acessível e estável, a triagem pode começar remotamente com logs, arquivos de amostra, VMs, bancos e backups.
Servidores / VMsNAS / bancosTodo o Brasil
Verificar viabilidade remotaConhecer a SECURITYWhatsApp técnico • (11) 98570-8000
18Remoto

Como funciona a recuperação remota para todo o Brasil

Triagem.Escopo, variant indicators, storage, VMs, bancos e backups.
Preservação.Logs, ransom note, encrypted samples e cópias de volumes/arquivos.
Escolha do caminho.Backup, decryptor, snapshots, deleted originals ou partial encryption.
Recuperação.Trabalho sobre cópias e ambiente limpo.
Validação.Arquivos, VMs e bancos são testados antes de substituir a produção.
Quando remoto não basta: HDD/SSD fisicamente instável, RAID degradado, NAS/storage que não consegue ser imageado com segurança ou necessidade de intervenção física.
Orientação técnica SECURITYVocê está fora de São Paulo?A triagem lógica pode começar sem transportar o servidor completo.
19Processo SECURITY

Como a SECURITY conduz um projeto de recuperação após ransomware

Inventário e contenção.Identificamos sistemas afetados, backups limpos e storage crítico.
Preservação.Trabalhamos sobre cópias, clones ou imagens quando tecnicamente possível.
Variante e padrão.Analisamos extensão, ransom note e comportamento da cifragem sem prometer quebra criptográfica.
Recuperação por camadas.RAID, pool/LUN, datastore, VMDK/VHDX, filesystem e aplicação.
Validação.Arquivos e bancos são testados em destino independente antes da entrega/retorno.

Se a falha física também está presente, podem entrar PC-3000, Data Extractor, DeepSpar e procedimentos em sala limpa ISO-5 quando necessários.

Orientação técnica SECURITYQuer começar pela topologia e pelos sistemas prioritários?Liste o que precisa voltar primeiro e quais cópias ainda estão disponíveis.
20Baixo nível

Caio Bruno F. Garcia, WinHex e RAID Low Level em incidentes de extrema complexidade

WinHex pode auxiliar inspeção de LUNs, RAID, VMFS, VMDK/VHDX, filesystems e regiões cifradas versus intactas quando o caso exige análise abaixo das ferramentas do sistema operacional.

RAID / LUN

Validar ordem, stripe, parity, offsets e estrutura física.

VMs

Comparar blocos e signatures em VMDK/VHDX/QCOW2.

Partial encryption

Mapear regiões cifradas e intactas em cópias de trabalho.

Filesystem / DB

Localizar estruturas e páginas que sobreviveram.

WinHex não quebra AES/RSA moderno. Ele é uma ferramenta de análise de baixo nível. A recuperação depende de dados que realmente sobreviveram, de falhas da variante ou de outras fontes de recovery.
Orientação técnica SECURITYSeu caso envolve VM, RAID ou banco parcialmente criptografado?Preserve cópias completas antes de qualquer repair que altere os arquivos.
21Ecossistema

Principais plataformas encontradas em recuperação de ransomware

WINWindows Serverplataforma, storage ou aplicação
VMWVMware ESXiplataforma, storage ou aplicação
HVHyper-Vplataforma, storage ou aplicação
PVEProxmoxplataforma, storage ou aplicação
QNAPQNAPplataforma, storage ou aplicação
SYNSynologyplataforma, storage ou aplicação
ASUSAsustorplataforma, storage ou aplicação
DELLDellplataforma, storage ou aplicação
HPEHPEplataforma, storage ou aplicação
LENLenovoplataforma, storage ou aplicação
SMCSupermicroplataforma, storage ou aplicação
SQLSQL Serverplataforma, storage ou aplicação
ORAOracleplataforma, storage ou aplicação
MYSQLMySQLplataforma, storage ou aplicação
PGPostgreSQLplataforma, storage ou aplicação
RAIDRAID / Storageplataforma, storage ou aplicação
Marcas: tiles tipográficos, sem inferir parceria ou endosso.
Orientação técnica SECURITYNão encontrou sua plataforma ou storage?A recuperação é orientada pela arquitetura e pelo dano real.
22Conteúdo próprio

Vídeos da SECURITY sobre RAID, VMs e banco de dados

Recuperar RAID 5: Como Recuperar Servidor, VMs e Banco de Dados

O vídeo complementa este artigo quando ransomware atinge uma infraestrutura com RAID, VMs e bancos em várias camadas.

Orientação técnica SECURITYSeu incidente também envolve RAID, VMs ou banco?Inclua topologia e prioridade de recuperação das aplicações.
23Estudos de caso

Cenários técnicos de recuperação após ransomware

Cenário técnico ilustrativo

VMware ESXi com VMDKs parcialmente criptografados

Preservar datastore/VMDKs, mapear a cobertura de cifragem e extrair VMs/dados em cópias sem recriar VMFS.

Cenário técnico ilustrativo

QNAP/Synology com RAID íntegro e snapshots apagados

Preservar discos e pool, procurar versões sobreviventes e avaliar originais deletados antes de novas escritas.

Cenário técnico ilustrativo

Windows Server + SQL + backup repository criptografado

Separar recovery point limpo, datafiles parcialmente afetados e infraestrutura comprometida antes do restore.

Cenário técnico ilustrativo

Hyper-V com VHDX/AVHDX e CSV afetados

Preservar chain e volume, identificar o que foi cifrado e validar aplicações em ambiente isolado.

Cenário técnico ilustrativo

SAN com LUN deletada durante o incidente

Interromper novas alocações, preservar pool/LUN metadata e reconstruir camadas antes de VMs/databases.

Orientação técnica SECURITYSeu caso se parece com algum desses cenários?Conte o que foi atingido, o que sobreviveu e quais sistemas são prioritários.
Ransomware críticoRecuperação remota para todo o BrasilSe o storage está estável, a triagem pode começar remotamente. Falhas físicas recebem orientação para envio apenas das mídias necessárias.
Sem servidor completoServidores / VMs / NASTodo o Brasil
Iniciar análise remotaConhecer a SECURITYWhatsApp técnico • (11) 98570-8000
24Perguntas frequentes

FAQ sobre recuperação de dados após ransomware

O que é ransomware?

Ransomware é malware de extorsão que pode criptografar dados, bloquear sistemas e, em muitos ataques modernos, também exfiltrar informações antes da criptografia. A recuperação depende da variante, do storage, dos backups, dos snapshots, da extensão do dano e das ações executadas depois do incidente.

É possível recuperar dados de ransomware sem pagar resgate?

Em alguns casos, sim. Os caminhos técnicos incluem backup limpo, descriptografador público compatível, snapshots ou versões não afetadas, recuperação de dados originais ainda não sobrescritos e extração de regiões intactas quando a família usa criptografia parcial. Nenhum caminho é garantido para toda variante.

Pagar o resgate garante que os dados voltarão?

Não. O FBI declara que não apoia o pagamento porque ele não garante a devolução dos dados e incentiva novas atividades criminosas. Uma avaliação técnica deve ocorrer antes de tratar pagamento como solução de recuperação.

Qual é a primeira ação após identificar ransomware?

Isole imediatamente os sistemas afetados da rede e impeça propagação para shares, backups e outros hosts. Em seguida, preserve evidências, identifique o escopo e proteja backups limpos. A decisão de desligar ou manter um equipamento ligado depende do cenário técnico e da resposta a incidentes.

Devo desligar o servidor imediatamente?

Não existe uma regra universal. A CISA orienta isolamento imediato e, em certos cenários, recomenda desligar dispositivos afetados que ainda não foram completamente corrompidos para conter o dano. Porém, desligar também elimina memória volátil e evidências. Em incidentes corporativos, a decisão deve considerar propagação ativa, risco de novas escritas, TRIM/UNMAP, preservação forense e orientação de resposta a incidentes.

Devo rodar antivírus ou EDR logo após o ataque?

Ferramentas de segurança são importantes para conter e entender o incidente, mas limpeza e quarentena podem alterar evidências. Quando os dados são críticos, preserve logs, imagens e arquivos relevantes antes de executar ações que modifiquem a única cópia. O No More Ransom recomenda remover o malware antes de usar um decryptor.

Devo formatar o servidor ou reinstalar o sistema?

Não antes de preservar os dados e avaliar a recuperação. Formatar, recriar volumes, datastores, pools ou LUNs pode sobrescrever estruturas e blocos que ainda seriam úteis.

Como identificar a variante do ransomware?

A variante pode ser inferida por extensão dos arquivos, ransom note, artefatos do malware, indicadores de compromisso e serviços de identificação. Use outro dispositivo limpo para pesquisa e nunca execute amostras suspeitas em produção.

O que é No More Ransom?

No More Ransom é uma iniciativa internacional que disponibiliza ferramentas públicas de descriptografia para famílias compatíveis. A existência de uma ferramenta depende da variante e da versão específica do ransomware.

Posso usar um descriptografador gratuito diretamente nos arquivos originais?

É melhor trabalhar sobre cópias. O próprio No More Ransom orienta remover o malware antes de usar o decryptor. Em dados críticos, preserve os originais para permitir uma segunda abordagem se a ferramenta falhar.

Backup também pode ser criptografado pelo ransomware?

Sim. Ataques frequentemente procuram backups acessíveis pela mesma rede ou credenciais. CISA e Microsoft recomendam backups offline, isolados ou imutáveis e testes periódicos de restauração.

Snapshot é backup contra ransomware?

Não por definição. Snapshots podem estar no mesmo storage ou sob a mesma administração e também ser apagados ou criptografados. Eles podem ser úteis se sobreviveram intactos, mas backup independente é a proteção mais robusta.

O que é dupla extorsão?

É o modelo em que os atacantes exfiltram dados antes de criptografar e ameaçam publicar as informações além de bloquear a disponibilidade. Nesse caso, recuperação de dados e resposta ao incidente precisam tratar confidencialidade e disponibilidade separadamente.

Ransomware pode criptografar apenas parte de arquivos grandes?

Sim. Algumas famílias usam criptografia intermitente ou parcial para ganhar velocidade. CISA documenta Play ransomware usando criptografia intermitente e a Microsoft documenta famílias que cifram percentuais ou blocos distribuídos de arquivos grandes.

Criptografia parcial significa recuperação garantida?

Não. Regiões intactas podem existir, mas recuperar um arquivo funcional depende de quais estruturas foram atingidas. Bancos, VMs e arquivos compactados podem falhar mesmo com grande quantidade de bytes não cifrados.

É possível recuperar VMDK criptografado?

Pode existir viabilidade quando a criptografia é parcial, existem snapshots, backup ou blocos originais ainda acessíveis. O trabalho precisa considerar VMFS, VMDK base, deltas, guest filesystem e storage subjacente.

É possível recuperar VHDX ou AVHDX após ransomware?

Pode existir viabilidade dependendo da cobertura da criptografia e da integridade da cadeia Hyper-V. Preserve VHDX, AVHDX e o volume do host antes de merge, repair ou restore.

Proxmox e ZFS atacados por ransomware podem ser recuperados?

Pode existir viabilidade conforme o estado do pool, zvols, LVM-thin, QCOW2, Ceph, snapshots e backups. Preserve o backend e não recrie pools ou volumes antes de avaliar.

NAS QNAP ou Synology atacado pode ter recuperação?

Pode. A análise considera RAID/pool, filesystem, snapshots, versões, arquivos ainda intactos e possíveis dados originais deletados. O comportamento de TRIM/UNMAP e o tipo de storage influenciam muito a viabilidade.

O que são Qlocker, DeadBolt e eCh0raix?

São famílias historicamente associadas a ataques contra NAS, especialmente QNAP e Synology em determinados períodos. A estratégia de recuperação deve ser definida pela variante e pelo estado real dos dados, não apenas pelo nome do ataque.

TRIM e UNMAP podem afetar a recuperação?

Sim. Em SSDs, thin storage, NAS e SAN, TRIM/UNMAP pode informar ao dispositivo que determinados blocos foram liberados. Isso pode reduzir a possibilidade de recuperar dados deletados, dependendo da implementação e do tempo decorrido.

HD é diferente de SSD na recuperação pós-ransomware?

Sim. Em HD, blocos de arquivos deletados podem permanecer até sobrescrita. Em SSD, TRIM e garbage collection podem reduzir rapidamente a disponibilidade de blocos deletados. O resultado depende do filesystem, controladora e comportamento do dispositivo.

É possível recuperar banco SQL Server criptografado?

Pode existir viabilidade dependendo do que foi cifrado. MDF/NDF/LDF parcialmente afetados podem conter páginas intactas, mas recuperar bytes não é o mesmo que garantir consistência do banco. A validação deve ocorrer no nível da aplicação.

Oracle, MySQL e PostgreSQL também podem ser recuperados?

Podem existir caminhos de recuperação conforme os datafiles, logs, tablespaces, WAL/binlogs, backups e cobertura da criptografia. Cada engine exige validação específica.

Ransomware pode apagar Shadow Copies?

Sim. Diversas famílias tentam remover mecanismos de recuperação do Windows, inclusive Volume Shadow Copies. Se alguma shadow copy ou snapshot sobreviveu intacta, ela pode se tornar uma fonte de recuperação.

É possível recuperar arquivos originais deletados pelo ransomware?

Em alguns ataques, o malware cria uma versão criptografada e remove o original, ou substitui o conteúdo por outra versão. A recuperação de originais depende do método usado, do filesystem, de TRIM/UNMAP e de quanto o storage foi reutilizado.

Posso renomear a extensão do arquivo criptografado para abrir?

Não. A extensão é apenas um nome. Se o conteúdo foi criptografado, renomear não restaura a estrutura original.

Devo reiniciar um servidor após ransomware?

Não use reboot como tentativa automática. Alguns incidentes exigem contenção imediata; outros precisam preservar evidência volátil. Documente o estado e siga uma decisão coordenada de resposta e recuperação.

Como recuperar ransomware em VMware ESXi?

Primeiro preserve storage e VMDKs. Depois se avalia VMFS, snapshot chain, padrão de criptografia e guest filesystem. Se o RAID ou SAN falhou, a camada física vem antes do VMDK.

Como recuperar ransomware em Hyper-V?

Preserve VHDX/AVHDX, CSV/ReFS/NTFS e logs. Não execute merge, CHKDSK ou restore desordenadamente sobre a única cópia antes de entender a cadeia.

Como recuperar ransomware em NAS?

Preserve o conjunto RAID/pool, filesystem, snapshots e arquivos criptografados. A recuperação pode combinar reconstrução do array, versões intactas, undelete e análise de criptografia parcial.

Como recuperar ransomware em storage SAN?

Preserve LUNs, pool metadata e snapshots. Evite formatar, recriar LUNs ou executar UNMAP/TRIM desnecessário. O recovery pode envolver RAID, pool, LUN, VMFS e VMs em múltiplas camadas.

O ransomware pode ser um incidente de LGPD?

Sim. A ANPD reconhece ransomware como exemplo de incidente de segurança. Se o incidente confirmado envolver dados pessoais e puder gerar risco ou dano relevante aos titulares, o controlador deve avaliar as obrigações de comunicação à ANPD e aos titulares conforme a LGPD e as regras vigentes.

Ransomware sem exfiltração precisa ser avaliado pela LGPD?

Sim, porque disponibilidade e integridade também fazem parte da segurança de dados pessoais. A ANPD afirma que incidentes não se limitam a vazamento; indisponibilidade prolongada pode gerar risco relevante.

É possível recuperar ransomware remotamente?

Sim, em muitos casos lógicos. Se o storage está estável e acessível, a triagem pode começar remotamente com logs, arquivos de amostra, VMs, bancos e snapshots. Falhas físicas ou storage instável podem exigir envio de mídias.

Preciso levar o servidor ou NAS inteiro?

Na maioria dos casos lógicos, não. Logs, imagens, VMDKs/VHDXs, dumps, arquivos e cópias de volume podem ser suficientes. Em falha física, normalmente enviam-se as mídias necessárias, preservando ordem e seriais.

Quanto custa recuperar dados de ransomware?

O custo depende do volume, variante, quantidade de servidores/VMs, RAID, NAS/SAN, bancos, backups, criptografia e intervenções anteriores. Não existe preço único sem diagnóstico.

Quanto tempo leva?

Depende da escala e do caminho técnico. Restaurar backup limpo é diferente de reconstruir RAID, recuperar VMFS, analisar criptografia parcial ou validar bancos de dados.

A SECURITY atende ransomware em todo o Brasil?

Sim. Casos lógicos compatíveis podem começar por recuperação remota para todo o Brasil. Quando há falha física, a SECURITY orienta o envio das mídias necessárias.

Orientação técnica SECURITYNão encontrou seu cenário?Envie variante, storage, arquivos afetados e o que já foi tentado.
25Logística

Sem necessidade de levar o equipamento em muitos casos

Remoto

Logs, amostras, VMs, bancos e imagens podem ser analisados por sessão segura.

Mídias físicas

Se HDD/SSD/RAID falha, enviam-se as mídias afetadas.

Servidor completo

Normalmente não é necessário em falha lógica.

Todo o Brasil

Triagem lógica pode começar independentemente da localização.

Orientação técnica SECURITYQuer confirmar se seu caso pode ser 100% remoto?Casos lógicos estáveis costumam dispensar o transporte do equipamento.
26Atendimento presencial

Alphaville, São Paulo e Campinas quando o caso exige laboratório

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Caio Bruno F. Garcia, especialista em recuperação de dados, RAID Low Level e WinHex
Autoria técnica

Caio Bruno F. Garcia

Especialista em Recuperação de Dados e liderança técnica e estratégica da SECURITY. Atua desde 2005 e, em incidentes de ransomware de alta complexidade, relaciona servidores, VMs, NAS, storage e bancos às camadas de RAID Low Level e análise hexadecimal com WinHex, além de PC-3000 e Data Extractor quando existe falha física.

27Guia técnico avançado
Guia técnico completo

Ransomware por dentro: contenção, storage, criptografia e caminhos de recuperação

1. Ransomware

Malware de extorsão que pode combinar criptografia, indisponibilidade e exfiltração.

2. Double extortion

Dados podem ser roubados antes da criptografia.

3. Isolamento

Primeira prioridade é interromper propagação para outros sistemas e backups.

4. Power decision

Não existe regra universal; propagação, RAM e novas escritas precisam ser ponderadas.

5. Preservação

Ransom note, logs, samples e cópias precisam ser preservados.

6. Backup offline

CISA recomenda backups offline e testes de restore.

7. Backup imutável

Microsoft recomenda cópias que não possam ser apagadas ou alteradas pelo atacante.

8. Restore drill

Backup sucesso não garante restore sucesso.

9. Clean environment

Restore deve ocorrer em ambiente limpo, não na infraestrutura ainda comprometida.

10. No More Ransom

Mantém decryptors públicos para famílias compatíveis.

11. Decryptor

Deve ser usado sobre cópias quando os dados são críticos.

12. Strong encryption

Sem chave, falha de implementação ou outra fonte, AES/RSA moderno pode ser impraticável de quebrar.

13. Intermittent encryption

Algumas famílias cifram partes de arquivos grandes para acelerar o ataque.

14. Play ransomware

CISA documenta criptografia intermitente e alvo a extensões VMware.

15. The Gentlemen

Microsoft documentou em 2026 modos que cifram percentuais distribuídos de arquivos grandes.

16. Deleted originals

Alguns workflows deixam originais recuperáveis até sobrescrita/TRIM, outros sobrescrevem in-place.

17. TRIM

Pode reduzir a disponibilidade de blocos liberados em SSDs.

18. UNMAP

Pode liberar blocos em thin storage/SAN.

19. Shadow Copies

Podem ser removidas por famílias que tentam impedir recovery.

20. Snapshots

Podem ajudar se sobreviveram, mas não são backup independente.

21. VMware

VMFS, VMDK, snapshots e RAID/storage formam camadas.

22. Hyper-V

VHDX/AVHDX, CSV e storage formam camadas.

23. Proxmox

ZFS/LVM-thin/Ceph/QCOW2 definem o backend real.

24. NAS

RAID/SHR/ZFS, EXT4/Btrfs e snapshots entram na recuperação.

25. Qlocker

Família histórica associada a QNAP; estratégia depende da variante e dos dados restantes.

26. DeadBolt

Família histórica em NAS; não existe uma regra única para todas as versões.

27. eCh0raix

Família historicamente ligada a QNAP/Synology.

28. SAN

Pool, LUN, snapshots e RAID podem sobreviver de formas diferentes.

29. LUN deletion

Recriar LUN pode sobrescrever metadata e blocos.

30. VMFS

Não criar novo datastore sobre LUN a recuperar.

31. VMDK

Partial encryption pode deixar regiões intactas, mas recovery depende das estruturas atingidas.

32. VHDX

Preserve VHDX/AVHDX antes de merge/repair.

33. SQL Server

MDF/NDF/LDF precisam de validação no engine.

34. Oracle

DBF/control/redo e backups precisam de validação própria.

35. MySQL

IBD/ibdata/binlogs podem oferecer fontes distintas.

36. PostgreSQL

Base backup, data directory e WAL têm papéis diferentes.

37. PC / HD

Blocos deletados podem sobreviver até sobrescrita.

38. PC / SSD

TRIM/garbage collection podem reduzir rapidamente a janela.

39. RAID

Ransomware não elimina a necessidade de reconstruir array quando o storage está degradado.

40. RAID 5

Paridade simples.

41. RAID 6

Dupla paridade.

42. RAID Low Level

Ordem, stripe, parity, offsets e metadata.

43. PC-3000

Usado quando mídia suportada apresenta falha física/firmware.

44. Sala limpa ISO-5

Usada quando HDD mecânico exige procedimento físico.

45. WinHex

Auxilia análise de blocos e estruturas; não quebra criptografia moderna sem chave.

46. FBI

Não apoia pagar resgate e alerta que pagamento não garante os dados.

47. ANPD

Ransomware é exemplo de incidente de segurança com dados pessoais.

48. LGPD

Disponibilidade, integridade e confidencialidade entram na avaliação de risco.

49. Remote recovery

Casos lógicos estáveis podem começar remotamente.

50. Second opinion

Tentativas anteriores precisam ser documentadas antes de novas ações.

51. Matriz técnica de decisão

SintomaCamadaPrioridadeEvitar
Criptografia ainda ativaincidenteisolar e contermanter shares expostos
Backup limporecovery pointvalidar e restaurar em clean envrestore na rede comprometida
Decryptor disponívelvariant-specificpreservar originals e testar cópiarodar no único original
VMs parcialmente cifradasVMDK/VHDX/QCOW2mapear coveragerepair direto no source
NAS/storageRAID/pool/filesystempreservar disks/poolinitialize/recreate
Database cifradoapplicationcopiar datafiles/logsattach/repair desordenado
RAID degradadocamada físicadiagnosticar/clonarrebuild repetido
Incidente LGPDgovernançadocumentar e avaliar riscoperder logs/timeline

52. Conclusão técnica

Recuperar dados após ransomware é um problema de múltiplas camadas. O melhor caminho pode ser backup, decryptor, snapshot, original deletado, partial encryption ou reconstrução de storage. O fator comum é preservar antes de escrever e validar em ambiente limpo. Em muitos casos lógicos, a triagem pode começar remotamente em qualquer região do Brasil.

Recuperação de dados após ransomwareServidores, VMs, NAS, storage, bancos ou backups criptografados?Preserve a melhor cópia antes de formatar, recriar ou restaurar. Casos lógicos podem começar remotamente em todo o Brasil.
Preservação primeiroRemoto BrasilDados antes do rebuild
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